segunda-feira, 27 de abril de 2009

Programação da Primeira Noite de Blake Munchen - Parte 1

Como em toda boa universidade, a minha não poderia furtar-se de dar uma bela festa. EU não poderia furtar-me de dar uma bela festa. Por mais que não seja necessário ocorrer festas do tipo no início de cada semestre em faculdades pelo mundo, a minha é um tanto quanto diferente. Ela apoia festas com o argumento de que "promove a união dos alunos e das várias culturas existentes". Desculpa para negócios, como sempre. Mas isso não nos interessa. Nos interessa a festa dada por meu curso de graduação. Diga-se de passagem, a melhor festa de qualquer curso de graduação daquela maldita faculdade. Afinal, quem teria mais bom gosto que nós, estudantes de moda?

E foi numa dessas festas que conheci Hayden. Como eu poderia me esquecer? Ela emanava uma aura sensual extraordinária que rivalizava com a minha. Mas isso contarei mais tarde. A festa aconteceria em um casarão fechado exclusivamente para nós. Preciso dizer que drogas, bebidas, dançarinos e dançarinas foram devidamente contradados ou comprados? Não, claro. A quantidade de pessoas que queriam participar daquela festa era assustadora. Gente de outras universidades, gente conhecida dos cursos, gente de outros cursos. Gente bonita. Pessoas lindas, deliciosas e muito bem alimentadas de dinheiro sujo dos pais podres de ricos. É, aquela era a noite que eu faria meu primeiro programa por prazer/dinheiro.

Luzes, fumaça, drogas, o cheiro de sexo no ar. A festa já estava no auge e eu ainda estava bem lúcido para me lembrar do que acontecia. Beijei bocas deliciosas, com gostos distintos. Alisei corpos que me faziam tremer de tesão. Gemi em ouvidos que me era oferecidos e distribui chupões e marcas vermelhas às pessoas mais belas daquela festa. Não me furtei a nada nem a ninguém, afinal só haviam chegado até mim pessoas que valessem a pena. Todas ricas, mas nenhuma ainda disposta a uma boa noite de sexo.

De longe, ele me observava. E eu, claro, tambem o estava observando. Ele me vira com outros homens, com outras mulheres, e só estava curtindo. Ele adorava um bom voyeur. Eu estava comprando meu primeiro ecstasy da noite quando ele pegou meu punho e me puxou levemente para sua direção. Indiquei o que estava fazendo, mas ele simplesmente me mostrou sua própria droga na lingua e me deu um beijo luxuriante, entregando-me aquele doce infernal. Sua boca tinha um gosto de sangue misturado ao artificial da bala, mas eu simplesmente adorei aquela mistura. Nem pensei se ele tinha alguma doença, só queria que ele me "alugasse".

Um amasso foi inevitável. Primeiro que eu queria que ele visse e sentisse do que sou capaz. Segundo que eu estava morrendo de tesão e terceiro, um bom amasso não faz mal a ninguém. Ele veio em meu ouvido e me chamou para um dos quartos dos andares superiores, mas eu lhe deii um breve suspiro no pescoço e respondi claramente arfante:

- Nada aqui é de graça. Tudo tem seu preço sabia?.

Ele riu suavemente e desenroscou-se de mim para tirar o que vi uma carteira de couro legítimo Louis Vuitton um maço de notas de 100 dolares e me colocou em meu bolso trazeiro, tendo o cuidado de roçar descaradamente em minhas nádegas e em meu membro desperto. Eu adorei. Eu amei. Eu fiquei extasiado com seu ato. Ele me deu no mínimo 1500 dolares para simplesmente dormir comigo. Me ter na cama, me comer ou cavalgar em mim, coisa que ele poderia ter com qualquer pessoa que quisesse. Seu estilo italiano do mediterrâneo atraia vários olhares pelo que via, mas ele queria somente a mim. E isso também me excitava.

Peguei sua mão e fui subindo as escadas bem decoradas com carpetes importados e detalhes em dourado. Ele em acompanhava, sempre rindo, sempre com aquele riso deliciosamente sedutor. Chegamos a um dos quartos com portas rosa claro e eu entrei sem nem querer saber se alguém já o ocupava. Sorte que não. O convidei a entrar, e ele não negou. As luzes se acenderam, o aquecedor foi desligado. O calor que ficaria mais tarde seria insuportável, mesmo eu querendo ver aquele corpo italiano com aquela ele morena bem melada de suor.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Um Pequeno Gostinho

Meu nome é Hayden Gates, tenho 19 anos e sou de uma boa família de advogados com um pé na política, daquelas conservadoras, que a foto sempre está no jornal, enfim, toda aquela baboseira. Eu estudo moda em Paris, já que sempre fui apaixonada pela língua e pelas ruas dessa cidade tão encantadora, mas tranquei um semestre para morar em uma outra paixão chamada Roma por seis encantadores meses, algo como um pequeno sonho que se realizou.
Eu não sou natural de lugar algum, eu digo, até porque em nenhum lugar em que eu nasci ou já tenha vivido me satisfez como essa cidade em que moro desde que me formei no colégio como um suborno de meus pais para me tirarem logo de Nova York e pararem de passar vergonha a cada foto minha que aparecia pelos jornais, revistas ou sites de fofoca. Nada que eu achasse grande coisa, mas para eles parecia, então lógico que aproveitei. E é ótimo. Assim, morando tão longe e sozinha, ninguém desnecessário pode saber que eu, na verdade, sou garota de programa.
É um bom trabalho, apesar de ser mal visto e dito como pecado e poder acabar em questão de segundos com a reputação de toda minha família. Seria até legal, já que, se tem coisa que me excita mais que transar com desconhecidos bonitinhos por dinheiro, é ver o circo pegar fogo. Eu sairia praticamente ilesa, mesmo, com a conta bancária que criei com todos os meus programas, mas isso não vem ao caso.
O problema é como uma garota como eu, rica, dona de minha própria vida e tão linda como meus pais deixaram ser com uma descendência que nunca me interessei em descobrir, acaba virando prostituta? A síntese seria algo como "sou inconsequente e gosto de aparecer". A cada canto há pessoas invejando meus cabelos loiros, compridos e bem tratados, meu rosto exótico, minha pele perfeita, minhas roupas da moda mais cara, minha maquiagem impecável e meu carro magnífico que eu nem sei ou preciso saber o nome por ter sempre alguém muito bem disposto a me ajudar na hora da troca. Por que não rir de suas irônicas palavras ( "ui, ela é de luxo!" ) por falarem algo que, no fundo, pensam ser mentira mas é verdade? Mas isso é só ironização. A verdade é que sou ambiciosa e sem qualquer sentimento apaixonado que dure mais que um fim de semana. Gosto de ter uma pessoa a cada noite, sendo homem, mulher ou indefinido. Amá-los por um dia, ser a única pessoa da mente deles por todo aquele momento e ainda ser paga por isso? Admita: até você queria estar no meu lugar.
Mas eu nunca tinha realmente pensado nisso até minha formatura, quando fui festejar com umas amigas e um estrangeiro muito lindo, devo dizer, me ofereceu certa quantia para dormir com ele. Nunca fui de negar novas experiências e logo acabei gostando. Mais logo ainda, a diversão virou um trabalho literalmente prazeiroso.
Foi em uma festa dessas que conheci o Blake, até, mas isso é outra história e eu fico por aqui.
Na próxima vez eu apareço com alguma boa história sobre sexo com estranhos, não se preocupem, só achei melhor me apresentar antes de começar a contar.
E para um bom clichê,

xoxo,


Hayden G.

domingo, 12 de abril de 2009

Um Começo Para Vocês.

Irão achar que sou um pecador. Mas porque eu acho isso? Pelo simples fato do que eu vou lhes contar: Sou um garoto de programa. Porque sou garoto de programa? Porque amo vender meu corpo. Isso me satisfaz. Ver a outra pessoa satisfeita e ainda por cima sair com dinheiro no bolso só por gozar? Não existe vida melhor.
Mas, não sou garoto de programa porque não tenho opção. Meus pais são ricos. Posso ter tudo que quero. Mas, transar por dinheiro, me sentir um objeto, satisfazer as pessoas. Isso meus pais não podem pagar. Venho de família rica e tradicional, mas isso tampouco me afetou. Oh, eu não me apresentei. Sou Blake Munchen e tenho 19 anos, filho de Igor Munchen, grande proprietário de complexos indústrias pela Alemanha. Mas escolhi vir para Paris para estudar moda. Conheço a língua francesa, apesar de não gostar dela. Prefiro à inglesa, o sangue inglês me desperta fetiches, mas isso não nos interessa no momento.
Quando comecei a vender meu corpo? A partir do segundo semestre da faculdade. Eu sou muito sociável e bonito. Minha descendência alemã me garantiu dotes maravilhosos. Porte de um viking com quase 1.80 de altura, com um corpo de dar inveja sem fazer muito esforço, a falsa inocência de meus olhos azuis/verdes enganam perfeitamente e dão um belo contraste. Meus cabelos loiros jogados em franja me dão uma carinha bem angelical, e meu nariz bem modelado mesmo tendo a genética horrível para narizes fora de ângulo e grandes me remetem a uma criança que cresceu demais, e não conhece a malicia da vida. Eu consigo enganar bem não?
Minto de forma extraordinariamente bem. Não há um que eu não engane, duvido que até o próprio papa descubra que eu menti. Meus amigos de verdade eu deixei na Alemanha, tenho lá uns colegas por aqui. Sou popular, claro. Quando um garoto lindo como eu que se veste com as roupas mais caras do mundo e sem aquele sorriso de derreter geleiras não é popular? Mas por enquanto não tenho amigos por aqui.
Moro em um apartamento na Rua Liard, perto do Parque Montsouris. Gostei de me mudar para cá porque em raros momentos de sol intenso, eu posso ir ao parque relaxar e estudar ou fotografar as pessoas. Estudo na Cité Internationale Universitaire of Paris, uma faculdade pronta para alunos de outros países e muito perto de meu apartamento também. Tenho tudo perto, mas não resisti e comprei uma Peugeot novinha e conversível. Eu tenho dinheiro, posso esbanjar o quanto quiser.
Minha filosofia de vida é simples. Eu amo as pessoas. Não me contento com ele ou ela, eu quero a todos, não consigo me prender a ninguém. E como não faço objeção a sexo, eu estou ai para quem eu achar bonito e que se dane o que pensam de mim. Filosofia perigosa né? Porem pra mim perigo é poder e excitação. Não me importa mais nada se eu tiver a isso.
Enfim, acho que agora vocês me conhecem como eu quero que conheçam. Não me importo se vão me odiar ou me amar, me fazer de exemplo ou me crucificar. Estou pouco me fudendo para o que vão pensar, o que importa é o que meu corpo sente e minha mente fervilha dia e noite e ponto. Só queria passar as experiências para quem deseja seguir o caminho que escolhi. Agora, muito cuidado, não vá se apaixonar Caro Leitor. Isso não é permitido aqui.

Até a próxima postagem e primeira noite de sexo relatada a vocês,

Blake.