E foi numa dessas festas que conheci Hayden. Como eu poderia me esquecer? Ela emanava uma aura sensual extraordinária que rivalizava com a minha. Mas isso contarei mais tarde. A festa aconteceria em um casarão fechado exclusivamente para nós. Preciso dizer que drogas, bebidas, dançarinos e dançarinas foram devidamente contradados ou comprados? Não, claro. A quantidade de pessoas que queriam participar daquela festa era assustadora. Gente de outras universidades, gente conhecida dos cursos, gente de outros cursos. Gente bonita. Pessoas lindas, deliciosas e muito bem alimentadas de dinheiro sujo dos pais podres de ricos. É, aquela era a noite que eu faria meu primeiro programa por prazer/dinheiro.
Luzes, fumaça, drogas, o cheiro de sexo no ar. A festa já estava no auge e eu ainda estava bem lúcido para me lembrar do que acontecia. Beijei bocas deliciosas, com gostos distintos. Alisei corpos que me faziam tremer de tesão. Gemi em ouvidos que me era oferecidos e distribui chupões e marcas vermelhas às pessoas mais belas daquela festa. Não me furtei a nada nem a ninguém, afinal só haviam chegado até mim pessoas que valessem a pena. Todas ricas, mas nenhuma ainda disposta a uma boa noite de sexo.
De longe, ele me observava. E eu, claro, tambem o estava observando. Ele me vira com outros homens, com outras mulheres, e só estava curtindo. Ele adorava um bom voyeur. Eu estava comprando meu primeiro ecstasy da noite quando ele pegou meu punho e me puxou levemente para sua direção. Indiquei o que estava fazendo, mas ele simplesmente me mostrou sua própria droga na lingua e me deu um beijo luxuriante, entregando-me aquele doce infernal. Sua boca tinha um gosto de sangue misturado ao artificial da bala, mas eu simplesmente adorei aquela mistura. Nem pensei se ele tinha alguma doença, só queria que ele me "alugasse".
Um amasso foi inevitável. Primeiro que eu queria que ele visse e sentisse do que sou capaz. Segundo que eu estava morrendo de tesão e terceiro, um bom amasso não faz mal a ninguém. Ele veio em meu ouvido e me chamou para um dos quartos dos andares superiores, mas eu lhe deii um breve suspiro no pescoço e respondi claramente arfante:
- Nada aqui é de graça. Tudo tem seu preço sabia?.
Ele riu suavemente e desenroscou-se de mim para tirar o que vi uma carteira de couro legítimo Louis Vuitton um maço de notas de 100 dolares e me colocou em meu bolso trazeiro, tendo o cuidado de roçar descaradamente em minhas nádegas e em meu membro desperto. Eu adorei. Eu amei. Eu fiquei extasiado com seu ato. Ele me deu no mínimo 1500 dolares para simplesmente dormir comigo. Me ter na cama, me comer ou cavalgar em mim, coisa que ele poderia ter com qualquer pessoa que quisesse. Seu estilo italiano do mediterrâneo atraia vários olhares pelo que via, mas ele queria somente a mim. E isso também me excitava.
Peguei sua mão e fui subindo as escadas bem decoradas com carpetes importados e detalhes em dourado. Ele em acompanhava, sempre rindo, sempre com aquele riso deliciosamente sedutor. Chegamos a um dos quartos com portas rosa claro e eu entrei sem nem querer saber se alguém já o ocupava. Sorte que não. O convidei a entrar, e ele não negou. As luzes se acenderam, o aquecedor foi desligado. O calor que ficaria mais tarde seria insuportável, mesmo eu querendo ver aquele corpo italiano com aquela ele morena bem melada de suor.
Luzes, fumaça, drogas, o cheiro de sexo no ar. A festa já estava no auge e eu ainda estava bem lúcido para me lembrar do que acontecia. Beijei bocas deliciosas, com gostos distintos. Alisei corpos que me faziam tremer de tesão. Gemi em ouvidos que me era oferecidos e distribui chupões e marcas vermelhas às pessoas mais belas daquela festa. Não me furtei a nada nem a ninguém, afinal só haviam chegado até mim pessoas que valessem a pena. Todas ricas, mas nenhuma ainda disposta a uma boa noite de sexo.
De longe, ele me observava. E eu, claro, tambem o estava observando. Ele me vira com outros homens, com outras mulheres, e só estava curtindo. Ele adorava um bom voyeur. Eu estava comprando meu primeiro ecstasy da noite quando ele pegou meu punho e me puxou levemente para sua direção. Indiquei o que estava fazendo, mas ele simplesmente me mostrou sua própria droga na lingua e me deu um beijo luxuriante, entregando-me aquele doce infernal. Sua boca tinha um gosto de sangue misturado ao artificial da bala, mas eu simplesmente adorei aquela mistura. Nem pensei se ele tinha alguma doença, só queria que ele me "alugasse".
Um amasso foi inevitável. Primeiro que eu queria que ele visse e sentisse do que sou capaz. Segundo que eu estava morrendo de tesão e terceiro, um bom amasso não faz mal a ninguém. Ele veio em meu ouvido e me chamou para um dos quartos dos andares superiores, mas eu lhe deii um breve suspiro no pescoço e respondi claramente arfante:
- Nada aqui é de graça. Tudo tem seu preço sabia?.
Ele riu suavemente e desenroscou-se de mim para tirar o que vi uma carteira de couro legítimo Louis Vuitton um maço de notas de 100 dolares e me colocou em meu bolso trazeiro, tendo o cuidado de roçar descaradamente em minhas nádegas e em meu membro desperto. Eu adorei. Eu amei. Eu fiquei extasiado com seu ato. Ele me deu no mínimo 1500 dolares para simplesmente dormir comigo. Me ter na cama, me comer ou cavalgar em mim, coisa que ele poderia ter com qualquer pessoa que quisesse. Seu estilo italiano do mediterrâneo atraia vários olhares pelo que via, mas ele queria somente a mim. E isso também me excitava.
Peguei sua mão e fui subindo as escadas bem decoradas com carpetes importados e detalhes em dourado. Ele em acompanhava, sempre rindo, sempre com aquele riso deliciosamente sedutor. Chegamos a um dos quartos com portas rosa claro e eu entrei sem nem querer saber se alguém já o ocupava. Sorte que não. O convidei a entrar, e ele não negou. As luzes se acenderam, o aquecedor foi desligado. O calor que ficaria mais tarde seria insuportável, mesmo eu querendo ver aquele corpo italiano com aquela ele morena bem melada de suor.